Corn
Cultura

Milho: cultura milenar que alimenta o mundo e impulsiona nossa terra

O milho é cultivado em grande parte do mundo e sua versatilidade é notável: serve como alimento para o ser humano, é base na dieta animal e matéria-prima para a produção de biocombustíveis. Cada grão é uma usina de energia, rico em fibras, carboidratos, proteínas e vitaminas do complexo B.

No cenário agrícola mundial, o Brasil se destaca. Do total de sua produção de grãos, 40% são de milho, o que garante nossa posição como o terceiro maior produtor global – destacando-se o Estado do Mato Grosso. A adoção do milho segunda safra – “safrinha” – possui relevância no panorama agrícola brasileiro. Seu cultivo aproveita a janela de plantio após a colheita da soja, o que é uma segunda oportunidade de cultivo em climas tropicais, otimizando a área plantada e maximizando a produtividade.

A Essência da nutrição para o milho: cultivando o máximo potencial

A nutrição adequada é crucial para se obter a melhor eficiência da cultura. O milho apresenta distintos períodos de demanda de nutrientes para seu potencial produtivo. O fósforo é requerido na fase inicial para arranque e desenvolvimento radicular, e sua demanda vai até fase de desenvolvimento vegetativo e formação da espiga.
O nitrogênio é crucial para o crescimento vegetativo e qualidade dos grãos e está associado à formação de proteína. O potássio é essencial para definição do potencial produtivo da cultura e sua produtividade.
O Brasil apresenta três épocas distintas de plantio: o milho de primeira safra ou verão, a segunda safra ou “safrinha”, e o milho de terceira safra. Cada uma dessas janelas de plantio, com suas particularidades climáticas e de solo, impõe um regime de manejo nutricional específico e atento.

Corn

Principais deficiências nutricionais do Corn

O nitrogênio é fundamental para dar impulso à produtividade do milho: aumenta a porcentagem total de proteínas e de óleo e o peso da espiga. Necessário já no plantio e sobretudo em cobertura, proporciona um arranque mais rápido da planta e define a produtividade potencial da cultura. Tem função essencial na constituição de biomoléculas e inúmeras enzimas, além de ser um constituinte importante de ácidos nucleicos, nucleotídeos, ATP, NADH, clorofila e proteínas.

Sintomas comuns do déficit de nitrogênio no milho:

Sintoma de Deficiência

Amarelecimento das folhas mais velhas (clorose foliar).

Sintoma de Deficiência

Crescimento escasso e atrofiado das folhas.

Sintoma de Deficiência

Necrose na ponta da folha.

Sintoma de Deficiência

Redução do tamanho da espiga.

Sintoma de Deficiência

Preenchimento incompleto da espiga.

Sintoma de Deficiência

Deformações das folhas.

Sintoma de Deficiência

Menor número de fileiras e de grãos por fileiras.

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